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PIX ganha força em bares e restaurantes e reduz uso de dinheiro vivo​‌​

O Pix já representa 20,5% das vendas em bares e restaurantes no Brasil, impulsionado pela busca por eficiência e pela queda no uso de dinheiro vivo.

Jornal de Arujá
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7 de agosto de 2026 às 00:48
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PIX ganha força em bares e restaurantes e reduz uso de dinheiro vivo​‌​

O sistema de pagamentos instantâneos Pix consolidou sua presença no setor de alimentação fora do lar, alcançando a marca de 20,5% das transações presenciais em bares e restaurantes brasileiros. A mudança, apontada pela <a href="https://abrasel.com.br/">Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel)</a>, reflete uma transformação nos hábitos de consumo e na gestão financeira dos estabelecimentos, que buscam maior agilidade e redução de custos operacionais. <h2>Crescimento do Pix nas transações comerciais</h2> O avanço do Pix ocorre em um cenário onde o cartão de crédito ainda detém a liderança, com 41,5% das vendas, seguido pelo cartão de débito, com 25,1%. No entanto, o sistema de transferência instantânea tem avançado de forma consistente, saltando de 16,5% em 2024 para o patamar atual. Esse crescimento tem ocorrido, em grande parte, pela substituição do dinheiro em espécie, que hoje representa apenas 8,3% das operações, enquanto o uso de cheques tornou-se residual, com menos de 1% de participação. <h2>Perfil de adesão por porte de empresa</h2> A adoção da tecnologia é mais acentuada entre os pequenos negócios.

Em estabelecimentos com faturamento anual de até R$ 130 mil, o Pix é responsável por 30,4% das vendas de salão e balcão. À medida que o porte da empresa aumenta, a participação do meio de pagamento tende a ser menor, variando entre 14,9% e 17,5% nas companhias que faturam acima de R$ 1 milhão por ano. Esse comportamento sugere que a ferramenta é um aliado estratégico para a gestão de fluxo de caixa em negócios de menor escala. <h2>Diferenças regionais e setoriais</h2> O uso do Pix apresenta variações conforme a localização geográfica e o modelo de negócio. As regiões Norte e Nordeste lideram a adoção, com o Norte registrando 29,8% das vendas via Pix, superando inclusive o cartão de débito.

No setor de alimentação rápida, a adesão é de 24,6%, enquanto em bares e casas noturnas o índice atinge 19,9%. Segundo Paulo Solmucci, presidente da Abrasel, a ferramenta tornou-se essencial ao unir a praticidade exigida pelo cliente à eficiência operacional buscada pelo empresário. <h2>Digitalização e futuro do setor</h2> Além da facilidade no pagamento, a digitalização impulsionada pelo Pix abre portas para inovações como programas de fidelidade e integração de pedidos digitais. A tendência é que a tecnologia continue a ser um pilar de competitividade para o setor. Com o dinheiro físico perdendo espaço em todas as regiões do país, o sistema se firma como um componente estrutural para a modernização da experiência do consumidor em bares e restaurantes.​‌​

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