Copa do Mundo Feminina ganha isenção de ISS para empresas organizadoras

O governo federal oficializou, nesta segunda-feira (29), a publicação de uma lei complementar que estabelece diretrizes para a isenção do Imposto sobre Serviços (ISS) voltada a atividades ligadas à organização da Copa do Mundo Feminina de Futebol. O torneio, que será realizado no Brasil em 2027, conta com medidas de desoneração para viabilizar a infraestrutura e a logística necessárias para o evento.

A nova norma atua como uma base legal para que municípios e o Distrito Federal possam optar pela concessão do benefício fiscal. É importante ressaltar que a desoneração não ocorre de forma automática, dependendo da aprovação de legislação específica em cada ente federativo que desejar aderir à medida.

Regras e critérios para a desoneração fiscal

Para que uma empresa seja elegível à isenção do ISS, ela deve cumprir requisitos rigorosos estabelecidos pela legislação. Apenas pessoas jurídicas que já possuam o direito à isenção de tributos federais, previstos em normas específicas sobre a organização e realização do evento, poderão pleitear o benefício municipal.

Além disso, a lei determina que o período de vigência da isenção do imposto deve ser estritamente equivalente ao prazo dos incentivos fiscais concedidos pela União. Essa sincronia visa garantir a transparência e a conformidade tributária durante todo o ciclo de preparação e execução da competição.

Compromissos internacionais e impacto no torneio

A implementação desta medida faz parte de um conjunto de compromissos assumidos pelo país para garantir as condições ideais para sediar o mundial. A competição é um marco histórico, sendo a primeira edição da Copa do Mundo Feminina a ser realizada na América do Sul, o que eleva a responsabilidade logística e organizacional do Brasil.

O governo busca, com essa flexibilização tributária, atrair investimentos e facilitar a atuação de empresas parceiras essenciais para o sucesso do evento. Mais detalhes sobre o cronograma e as legislações podem ser acompanhados através da Agência Brasil, que monitora os desdobramentos econômicos da organização esportiva.

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